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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

lagartixa II

Outra lagartixa? A mesma?

Eu já não a via há 2 meses e tinha pensado que ela tinha ido para outras bandas.

Pela mesma lógica, provavelmente a cobra também ainda anda por lá, ou vai voltar.

Quando requisitei o livro dos répteis de Portugal andei a ler sobre as cobras. Agora olho para o chão e também para as árvores a ver se vejo alguma. Isto é muito complicado. Olho no burro, olho no cigano.

Nesse livro falava numa cobra, que não é venenosa e para animar informava que mordia mas apenas provocava dor intensa e uma pequena hemorragia. Isto é mesmo fixe. Também me parece que não ataca assim sem mais nem menos, só se ... sei lá se...

Vá lá cobrinha, se por acaso andares aqui por perto, fica aí a uns 5 metros de distância, pelo menos, e vê lá se me deixas tirar-te o retrato.




sexta-feira, 30 de julho de 2010

lagartixa do mato

Já foi em Junho que este bichinho me pregou um susto, porque apareceu repentinamente a alta velocidade e depois do susto inicial comecei a pensar se seria venenoso.
Depois de perquisar na net, pedir ajuda a alguns experts e nos livros que tenho cá por casa, continuava na mesma.
Finalmente resolvi ir à biblioteca, e aproveito para dizer que os livros nunca poderão ser substituídos, até pelo prazer de os folhear, e,
finalmente identifiquei a menina.

Trata-se exactamente de uma menina, senhora, pois esta barriga deve-se à sua gravidez, conhecida pelo nome vulgar de lagartixa do mato e com nome científico de Psammodromus algirus
Esta que não medi, claro e que fotografei com zoom, ai não, e comparando com a tamanho da pedra onde ficou a olhar-me teria um comprimento total de 25 cm. E não é venenosa, dizem eles, mas também não voltou a aparecer.

Quem quiser saber mais sobre estes répteis basta pesquisar, no google ou outro, com o nome vulgar ou científico.
Depois de se saber o nome aparece muita informação que no caso presente apenas seviu para confirmar.
Poucos dias depois também vi uma cobra, que não consegui fotografar, nem de longe, e espero que ela tenha tenha mudado de residência para outro terreno, ou que no meu se mantenha a alguma distância.
Todas estas verdades podem ser mentira, e se alguém quiser complementar ou rebater, esteja à vontade.