terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

até no D.R.



Esta eu nem queria acreditar. Recebi por e-mail e duvidei que fosse verdade. Até me pareceu que os números estavam esquisitos e pensei que fosse uma fotomontagem. Mas foi mesmo verdade. Que louvor!... No D.R nº 159, 2ª Série, de 20 de Agosto de 2007, na página 23 787. Para quem, como eu, precisa de ver para crer (só de vez em quando).

Sublinhei "sóbria" já por excesso.

emprego



Com estas exigências para auxiliar de limpeza, não sei onde vamos parar. Aliás qual será a remuneração oferecida?

Anúncio retirado da nova revista (vai no nº 8 e é semanal) "Expressões" - magazine do Distrito de Leiria. Quem quiser aproveitar dirija-se ao Centro de Emprego da Marinha Grande.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

narcisos



H2O

H2O - dois átomos de hidrogénio e um de oxigénio - o símbolo químico da água. Quem não sabe isto. Elementar... elementar.

Para além disso as caractérísticas da água potável eram: inodora, incolor e sem sabor. É claro que todos sabemos que entretanto, depois da descoberta do microscópio, se descobriu que na água vivem muitos seres invisíveis que podem provocar doenças (bactérias, fungos, etc.) e por isso não se pode beber água de qualquer lado. Parecia estar tudo resolvido, com a análise da água e o seu tratamento.

Mas não, aparecem agora novos perigos. Água de rede canalizada, fornecida por serviços públicos, contaminada com alumínio. Pensava eu que essa contaminação provinha do exterior, que as fontes estariam contaminadas devido aos poluentes. Mas para meu espanto, conforme explicação técnica, suponho eu que abalizada, essa contaminação deriva do próprio tratamento das águas. Que imbróglio! Vejamos se percebi bem. Primeiro tratam a água (contra as tais bactérias, etc.) com qualquer coisa à base de alumínio, depois usam outro químico para tirar o primeiro. No meio disto tudo ficam resíduos de ambos os químicos. E andam essas almas à procura da dose exacta para que os resíduos de alumínio fiquem dentro dos parâmetros autorizados e não prejudiciais à saúde.

Entretanto vão todos buscar água à fonte, que essas ainda não estão contaminadas com os tratamentos. Haja paciência...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

trilema

Pois, não é um dilema, é um trilema.
Três galos... deveria matar 2
um galo de cabidela
outro galo na panela
quem me ajuda...
este é o rei da capoeira

este franguito já se anda a armar
e a cantar ao desafio
e este galito
de crista romana...

não gosto de matanças...



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

não sei mais que um miúdo de 10 anos

Na Dinamarca

Há um cavaleiro

Que veste roupa de marca

E é muito aventureiro



Que monta no seu belo e fiel cavalo

A caminho da Palestina

Não,

Para ver uma menina



Sim, para ir a Belém

E rezar em Jerusalém.

Passou a noite a rezar na gruta

E até julgou ouvir os anjos a cantar.



No regresso passou por Veneza

Que espantado ficou ele

Com tanta beleza

E antes de partir diz:



Veneza, de águas puras

Muito aí passei

Podes crer

Que só de bom guardarei

De ti, em mim



A caminho de Génova

fez um desvio para visitar Florença

Aí, ouviu a história de Giotto e Cimeiabué

E que bela que ela é.



Ouviu, também a história de Vanina

E seu amado Guidabaldo

É uma história perigosa mas divertida

De uma grande paixão de Guidabaldo por Beatriz



Passados três dias o cavaleiro partiu

Para o porto de Génova

Mas no caminho adoeceu

E por sorte não morreu.



Ajudado pelos frades

Dando-lhe abrigo, comida e curativos

O cavaleiro curou-se e arranjou novos amigos.



Passou três anos

Umas semanas

e partiu para Génova.



Chegando a Génova,

Procurou algum navio

que lhe levasse para Flandres

Mas já tinham partido todos.



O cavaleiro, desesperado

Ao fim de três dias chegou à conclusão

Que ir por terra

Era a melhor solução.



Campos, planícies desceu

Vales e montanhas teve de atravessar

Até à sua terra chegar.



E tão feliz ficou,

quando chegou ao seu país

Aí procurou, e logo encontrou

a Floresta.



Que pensou ser verdejante

Cheia de vida e de cor

Tanto amor

Um belo explendor.



Era agora uma floresta

Muda e Nua

Sem sinal de vida

Esta não era a sua floresta querida.



Esta estava cheia

de animais ferozes

seus olhos luminosos, na escuridão

Com seus dentes afiados e perigosos



Que encontrou no caminho

Mas rezou

E uma luz o guiou

Até sua casa.



E a luz, que o guiara

Não era nada mais nada menos

Do que a grande árvore iluminada.



Esta história começou

Esta história acabou

Mas tu podes inventar

outra história, para

depois contar.



Resumo do livro "O Cavaleiro da Dinamarca", feito por uma miúda de 12 anos.



Não li o livro, por isso não sei se isto é o resumo ou meio inventado. Não corrigi erros ortográficos, apenas transcrevi o que estava escrito, algumas palavras não percebi.



Sei que costuma passar por aqui uma ex-professora de Português. Que nota davas a este texto???

Aceitam-se outras notações mesmo que não sejam de professoras. Podem dar negativa... já estamos habituadas.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

reciclagem

Uma malinha feita, com muita paciência, com sacos de café
Até encomendava uma para mim

Sacos (já comprei um) feitos com embalagens de café.
Com outras embalagens, por exemplo os sacos da comida dos gatos, também ficavam giros, digo eu
Quanto à Joana Vasconcelos, não sei se utiliza material reciclado. Panelas, tachos e tampas furadas não devem faltar por aí, até porque já não existem latoeiros




quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

3 tristes gatos

onde estão os gatos, perguntam vocês, que há tanto tempo não falas neles?



Aqui estão, comendo. Estão de castigo, sozinhos, na casa antiga. Razão - incompatibilidades. Seja, é completamente incompatível a presença dum nonagenário e 3 gatos no mesmo espaço. Quanto ao salucombo, dei-o.





estou zangada contigo! deixa-me comer ervinha


já disse que não gosto de fotografias! agora só quero andar à procura de água




sou mesmo patetinha e bonitinha!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

ainda sou do tempo...

em que havia locutores

e era bom ouvir e ver televisão

não sei se os ditos locutores entravam com cunha, mas tinham uma boa dicção para percebermos perfeitamente o que diziam. Quem não se lembra dos noticiários do Henrique Mendes, por exemplo ou os relatos desportivos de Artur Agostinho, etc, etc.

Certamente o mesmo rigor existia na rádio.

Não calculo se as pessoas que me entravam casa dentro todos os dias tinham o curso de jornalista, se a informação era deles ou apenas se limitavam a ler. Mas pelo menos aprendíamos a falar bem. O aspecto também era cuidado :)

Tudo isto a propósito da nova moda de acentuar o ó em organização organismo e outras bacoradas que se ouvem diariamente nos meios de comunicação social.

O meus medos, são vários:

O de já não saber se tenho razão ou não na maneira como se fala português.

Qualquer dia também falar assim, também escrever assim...

tabaco / emprego


recebi esta imagem por e-mail
mesmo a propósito...